Este livro foi-me sugerido por uma amiga minha que por sua vez tinha sido a irmã dela que lhe sugeriu a ela!
Gostei muito do livro.
Fascinou-me logo a ideia que o livro eram cartas que Sybil escrevia e que lhe escreviam a ela ao longo dos anos. Através destas cartas vamos conhecendo a história de vida de Sybil, a forma e o tipo de relação que tem com a sua família, com os seus amigos e vizinho, e como um acontecimento com um dos seus filhos altera toda a sua vida.
Pessoas novas que vão surgindo na vida de Sybil com novas situações também acrescentam vida a esta narrativa.
Uma vida dada a conhecer por estas cartas, também com o lado das outras pessoas.
Confesso que esta ideia de levar uma vida a escrever e a receber cartas era uma coisa que eu gostava de ter na minha vida.
Assim que terminei de ler o livro A Carteira desta mesma autora sabia que tinha que ler o segundo livro dela, Amanhã, Amanhã.
Confesso que não ADOREI tanto como a Carteira que é um dos meus livros preferidos mas gostei bastante. Li-o num dia, tal só foi possível porque decidi passar um dia inteiro a ler e escolhi este.
Agora ganhei o hábito de não ler nenhuma sinopse dos livros e por essa razão às vezes acabo de ao fim de dez páginas parar de o ler, mas não aconteceu com este felizmente.
Mais que o negócio de família a Casa de Sabonetes Rizzo é um legado para Agnese e para o seu irmão Lorezo. Quem não partilha dessa opinião é o seu pai, que nunca quis saber do negócio.
Uma grande decisão do pai de Lorezo e Agnese vai mexer com o futuro e com a relação dos três.
Muitas vezes coloquei-me no lugar de cada um deles e também eu dei por mim a pensar o que é que eu faria mediante aquilo que eu/eles queria/queriam, qual a melhor decisão a tomar. E não foi fácil!
Não sendo o meu livro preferido da autora, gostei muito e estou desejosa que publique o próximo.
Comecei ou recomecei a fazer journaling, porque sei que faz muito bem escrever à mão, e que hoje em dia é uma coisa que se pensarmos bem nem fazemos com muita frequência, depois porque tenho mesmo a necessidade de esvaziar a cabeça e o coração.
É um hábito muito recente, dizem que uma coisa só se torna hábito ao fim de 21 dias, por isso talvez ainda não lhe possa chamar hábito.
Tem-me sabido bem, chegar ao final do dia e escrever o que “me der na real gana”. Criei o hábito de também acender uma vela. Mas isto até parece um movimento fácil ou simplesmente sentar e escrever mas para mim não tem sido fácil, porque vou priorizando outras coisas e facilmente vou deixando isto para um plano que nunca concretizo.
Na vida agitada, nas contrariedades da vida, muitas vezes no meio do caos, temos que arranjar tempo, disposição e força para fazermos coisas que nos fazem felizes para contrabalançar.
A este novo hábito ou melhor a esta nova rotina acrescentei a meditação.
A meditação por enquanto é apenas de 1 minuto mas adoro as meditações da Camila Zen, são muito simples mas com muito sentimento, e quando terminamos sentimo-nos muito bem. Para quem tem dificuldade em parar e se concentrar estas meditações são excelentes.
Eu necessito disto na minha vida, para o meu bem-estar geral mas sobretudo para o meu bem-estar psicológico e emocional.
Ainda não é um hábito nem rotina, mas estou a criá-lo e a “trabalhar” para que seja prioridade que eu não possa viver sem!
1. Mês de Janeiro. Primeiro mês do novo ano que não passou depressa e nem por isso mais feliz.
2. Lembrança de infância. A passear o meu cão sinto o cheiro das lareiras das casas dos meus vizinhos, vieram as lembranças da minha infância. Engraçado que muitas vezes perguntava-me a que cheirava a minha infância? Não me cheirava a Nivea, nem a pó de arroz, nem a lavanda, que eram as respostas que muitas vezes ouvi/li, a minha infância cheirava a brasas no lume que os meus avós paternos acendiam no Natal. A vida era diferente, não necessariamente pior ou melhor.
3. Frio de Inverno.Arrependo-me sempre cada vez que não levo o gorro e fico mais chateada comigo quando me lembro de o ir buscar mesmo estou a sair de casa e acabo por não o levar.
4. Imunidade. Vamos ficando imunes às pessoas que saem da nossa vida.
P.S: A vida continua sempre. Mesmo que achemos que não, mesmo que pareça que nada acontece. Deus, o Universo, o que for, está algures a tecer o nosso futuro, a guardar temporariamente o que está guardado para nós. A vida continua sempre mesmo que não queiramos que pare a gargalhada, mesmo que doa, mesmo que todos os relógios do mundo parassem. A vida continua sempre!
Para mim o mês de Janeiro nunca passa devagar, apesar de muitas pessoas que eu conheço dizerem que sim. Mas este ano achei diferente, passou devagar mas que aconteceu tanto que dava para vários meses.
Já algum tempo que me deixei daquele optimismo de Ano Novo, Vida Nova, de muitas expectativas e esperança que tudo mude só porque o ano mudou!
E isso teve bastante à vista de todos neste primeiro mês, guerras que não terminam outras que começaram e quem sabe as que ainda começar. Matam-se ser humanos sem dó nem piedade, a vida humana não tem valor e a frieza passou a ser uma característica da nossa existência. Não acredito que sermos empáticos chega neste momento, é preciso sermos HUMANOS, termos humanidade no nosso coração.
As tempestades arrasaram com vidas e bens materiais. O que são bens materiais comparados com a própria vida, mas quando são bens materiais que se conseguiram numa vida! O que fica?
Tentei olhar para o Janeiro pessoal com calma, respeitar o que ele me tinha para dar e não lhe exigir muito. Consegui? Não.
O 1º mês do ano é pausa, pausa no querer e não ser altura ainda, é tempo de criar e alimentar esperança, sabendo que nem todos os dias se vai conseguir.
Janeiro foi tempo de Pausa sem saber viver essa Pausa.
A comida é super boa e o atendimento é 10 estrelas.
Ficamos fãs!
Pedimos chocolate quente (pena não terem moka, panquecas e a opção pequeno-almoço que trazia um croissant, fatias de fiambre e queijo, manteiga e duas qualidades de doce.
Reservamos mesa online para as 9h30m (depois de irmos votar) e após essa hora começou a chegar muita gente, percebemos que havia muitos estrangeiros.
O serviço foi super rápido, a comida estava óptima e o atendimento foi muito bom, muito simpáticas. Ficamos na esplanada com mantas e aquecedor, ah e o hyggekaffe é petfriendly.
VAMOS VOLTAR!
Já tenho ideia do que vou pedir para a próxima... um wafle com ovo estrelado e com raspas de bacon.
Sei que estou um bocadinho atrasada por aqui mas não queria saltar semanas, por isso vai mesmo assim, atrasada.
Nesta semana decidi cuidar um pouco de mim, andava bastante desleixada e a adiar de dia para dia as marcações para arranjar as mãos e os pés e também a depilação e tinha decidido marcar nesta semana mas só ir para a outra mas quis a minha amiga que ainda seria nesta semana.
As dores de cabeça atacaram, a falta de paciência foi sempre crescente. Apesar da procrastinação dei volta à minha casa e voltei a reorganizar e mudar as coisas de sítios, levou mais tempo do que o desejado mas decidi também levar o meu tempo, sem criar mais stress.
Isso também é cuidar de mim, e parar sem ir ao limite, estou a "trabalhar" nisso.
Fiquei o mais possível em casa e só saía quando tinha mesmo de ser.
Dia 18 lá fomos exercer o nosso dever cívico e partimos logo em seguida para um pequeno-almoço fora. Adoramos o sítio que escolhi e já tinha vontade de lá ir há algum tempo. Sabem que mais, adoramos a comida e o atendimento, ( só agora percebi que não escrevi nada aqui no blog deste sítio 5 estrelas, mega falha)!
Lojinha pequena, localizada no centro comercial Fonte Nova em Benfica, mas com um atendimento muito profissional sem esquecer a simpatia.
Adoro bombons desde que me conheço e apaixonada por este tipo chocolates e nem tanto aqueles que compramos num supermercado embora tenha a perfeita noção que não poderia estar a comprar todas as semanas. Todavia os chocolates de uma forma geral estejam bastante caros, mais ainda estes.
A senhora retirou os bombons da montra com uma luva e "limpou-os" e só depois colocou na caixa que eu escolhi.
Têm várias opções e tamanhos à escolha, eu escolhi a caixa de 9 bombons e não foi fácil escolher.
Olhem só a minha caixinha...
Não dá vontade de comer tudo?
Trouxe também uma coisinha de chocolate, parecem uns palitos mas não são totalmente direitos, com laranja por dentro. Andava à procura disto desde o Natal, porque em minha casa, na nossa mesa de Natal tínhamos sempre, e comíamos quando estávamos meio enjoados porque o sabor da laranja "cortava" o sabor dos fritos ou dos doces, costumávamos comprar numa loja na baixa mas já fechou. Então este Natal eu queria muito mas não tinha encontrado, escusado será dizer que assim que vi tinha que trazer.
A loja também já tem caixinhas e já está decorada para o dia dos namorados mas pelo que eu percebi ainda virão mais coisas.
Adorei as caixas em veludo vermelho em forma de coração, há para todos (alguns bolsos) mas se a pessoa que querem surpreender gosta de bombons, é sempre uma sugestão a levar em linha de conta.
Também podem passar por lá para beberem um chocolate quente que nesta altura é um "must da estação".
E vocês, amantes de bombons ou chocolates? Já provaram os chocolates da Leonidas?
Háexactamente 10 dias publicava aqui que não iria publicar nada nesta plataforma porque esta iria terminar a 30 de junho.
Partilhei também que iria começar a criar conteúdo na plataforma Substack, até já tinha criado conta há uns meses sem nunca pensar deixar de escrever por aqui mas na altura não entendi muito bem como a publicava, qual era a forma. Mas entretanto com estas novas notícias teria que encontrar outro sítio para continuar com o blog C'est La Vie Amelie.
Há 10 dias o Substack parecia o melhor, voltei a pesquisar melhor, a tentar perceber e pronto dito e feito.
Mas ontem decidi que não iria continuar. Aquilo parece-me quase um Instagram, embora eu goste mais do Instagram e até li num comentário não sei onde, que a pessoa achava o Substack um pouco "americanizado", sou capaz de concordar com este comentário.
O objectivo sempre foi fazer um blog, partilhar/escrever o que quero, o que sinto e o que faz sentido para mim. Então mudei-me novamente, agora para o Blogger. Outros bloguers já tinham partilhado que possivelmente iriam para lá e decidi "ver como era".
Já passei todas as minhas publicações para a nova casa deste blog, já está tudo publicado, tudo igual a este.
Hoje a decoração da nossa mesa de Domingo foi simples e não muito pensada. A ideia que surgiu foi apenas LUZ!
Então pensei que só queria uma decoração com umas velas.
O almoço foi feito pela minha avó de 88 anos. Tinha-lhe pedido há umas semanas feijoada, hoje foi o dia. Estava deliciosa, um manjar dos deuses.
Lembrei-me de fazer um bolo para a sobremesa, embora também tivesse morangos que lhes ia colocar chantily. O bolo foi de laranja e a receita foi retirada da revista teleculinária. Também estava muito bom e ainda partilhei com os meu vozinhos.
A avó ainda fez Aletria para acabar com um restinho de Aletria que tinha lá em casa. TANTOS DOCES!!!! Ah e a avó tinha feito salame há dois dias para a bisneta!
Só neste almoço engordamos mais ou menos 3kg, ah ah ah...
Ser e ter família é isto, cuidar, fazer e agradar o que os outros gostam.
E que hajam sempre pessoas para estar e alimentar em cada casa.