Como poderia dizer - "A minha biblioteca daria um romance", ah ah ah!
Volto sempre aos romances mas confesso que os finais óbvios deste género de literatura já começam a ser para mim "mais do mesmo", mas são sem sombra de dúvida o meu estilo preferido embora o suspense dos policiais também me estejam a apaixonar (já acabei mais um que irei escrever sobre ele).
Durante uma viagem de Veneza para Amesterdão de comboio, Hannah "separa-se" do seu namorado Simon e vai parar a Paris. Durante esse incidente conhece Léo, um rapaz muito diferente do seu namorado.
Léo acaba por ser o guia turístico de Hannah em Paris até ao regresso dos dois a Amesterdão.
Vale muito por nos sentirmos em Paris também e desejarmos estar mesmo nos vários locais que os dois visitam.
Voltará a Hannah a mesma pessoa, ou a sua forma de ver as coisas mudará?
É um livro leve, não muito recente (2021), que é bom para se ler entre livros, para se ler nas férias ou até mesmo para nos sentirmos a viajar sem sair do lugar.
Comecei por ler dois livros antes do Crime na Quinta das Lágrimas, mas deixei os dois a meio por não estar a gostar deles. Não gosto de deixar livros a meio mesmo quando as suas histórias não me estar a cativar, então deixei-os em standby.
E vocês mesmo que não gostem dos livros continuam a ler ou colocam-os de parte?
Por nenhum dos livros estar-me a agradar decidi mudar de estilo, um policial, que há muito não lia nenhum e li-o em dois dias.
Toda a narrativa muito bem escrita e toda a história fazia ter várias ideias para quem seria o assassino, confesso que não seria boa inspectora porque não adivinhei quem cometeu o crime.
Foi o meu primeiro livro deste autor e quero muito ler os próximos, A Mão que Mata, A Maldição e Crime na Aldeia, acredito que me vão surpreender pode ser que até possa descobrir quem comete os crimes, antes de o livro terminar.
Por aí, alguém fã de policiais? Já leram algum livro deste autor? Qual o vosso livro preferido?
Tem-me dado umas atrás de outras, fazendo-me tropeçar, cair e exigindo de mim um esforço muito grande.
Já verbalizei que se Ele me que ensinar alguma lição eu não estou a ser capaz de a aprender porque não me dá folga, ou com o esforço da recuperação não consigo reflectir sobre a mensagem.
Zanguei-me com Ele e senti culpa, pensei até que poderia vir a ser castigada por tamanha heresia. Não Lhe pedi nem Lhe rezei como forma de protesto.
Acho-O injusto e a frase "Deus dá-nos aquilo que conseguimos aguentar", já não me consola ou dá força, embora até acredite que possa ser verdade.
Claro que os desígnios de Deus só Ele os sabe mas podia enviar-me a explicação para ser mais fácil o seu entendimento.
Neste tempo de reflexão e renovação espiritual (tempo de Quaresma), zanguei-me, mas nenhum momento deixei de acreditar da sua existência.
Uma Santa Páscoa para todos sobretudo com muita Paz.