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C´est La Vie Amelie

C´est La Vie Amelie

Junho

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Como assim chegamos a meio do ano tão depressa.

Numa pequena e rápida reflexão sobre seis meses, não posso cantar vitória mas estou viva (por isso estou a escrever ah ah ah), não morreu ninguém próximo mas os mais velhos estão a ficar mais frágeis e as cabeças e corpo já não são os mesmos, ou melhor são mas não se comportam como tal. E por essa razão nunca pensei tanto na minha velhice como nestes meses.

Nada acontece é sempre tudo mais do mesmo mas ao mesmo tempo nem sei o que queria que aparecesse, talvez aquela casinha no meio do mato.

Recebo o diagnóstico que não sei celebrar, estou sempre à espera e alerta da próxima coisa que há-de vir, porque sei que virá, que não sei parar e ficar feliz porque consegui resolver/ultrapassar o que surgiu.

Muito mau tempo traz ainda mais apatia por isso Junho que sejas generoso com sol.

Valeu a saúde dos mais novos, a renovação do guarda-roupa de inverno e de verão (uma futilidade para muitos e uma bênção para mim por gostar tanto).

Valeu uns kilos a mais, largura de costas que até parece que sou nadadora olímpica e um tamanhão de braços. 

Junho é sem dúvida um dos meus meses preferidos, o sol, os petiscos, a música e os arraiais, a feira do livro, mas vai passar tão rápido que já muita gente diz - "que depois das férias vem logo o Natal".

Não posso dizer que foram os melhores meses porque haverá sempre pior mas não foram os melhores.

Andaremos atordoados até Setembro e depois logo se vê.

 

A História da Minha Vida, Lucy Score

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Romance, sempre o romance.

Foi e é o meu género preferido e acho que será sempre, não quero saber se devemos diversificar (concordo) mas a vida também é muita curta para lermos todos os livros de que gostamos e ainda mais curta para não lermos o que nos faz feliz.

É engraçado como hoje em dia as escritoras acrescentam às suas histórias românticas com muito humor, e apimentam toda a narrativa, sem ser vulgar, chocar ou ferir suscetibilidades. Os romances deixaram de ser apenas histórias de amores e desamores cheios de lamechices à mistura e que enjoavam.

Hazel a nossa protagonista vê-se no fundo de um poço, sem conseguir seguir com a sua vida para a frente depois de um divórcio. Escritora de profissão sem publicar há algum tempo e com prazos a cumprir mas sem uma única palavra escrita.

Até que um dia após um acontecimento decide mudar totalmente a sua vida e leva com ela a sua melhor amiga.

Vi-me várias vezes na pele de Hazel, ri-me, fiquei com raiva e adorei todas as personagens que vão surgindo na vida dela, e mais não digo, se não conto tudo.

Este livro é traz-nos a sensação boa de já o termos lido mas também a pena de já não o puder ler novamente sem o efeito surpresa. Acho que vou esperar mas esquecer-me totalmente desta história para o voltar a ler. 

Alguém já leu? O que acharam?

 

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Forte! Quem, eu?

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As frases que oiço muitas vezes, é que sou forte, ou para as coisas que eu faço é preciso ter muita força! Que basicamente são a mesma coisa.

Acho que sim mas sinto que não. Não me sinto assim tão forte, não sou forte para tudo ou, para ser forte para umas coisas não tenho força para outras.

Começo a sentir no corpo e na alma que começa a tornar-se num aviso, que este super poder que me foi dado subtilmente durante a minha meninice é que me faz viver.

Muitas vezes amaldiçoou-o. Não querendo ser uma panhonha vejo-me algumas vezes a desejá-lo (poucas vezes) mas ...

Pergunto-me também se as pessoas panhonhas serão mais felizes?

Reajo, decido, chego-me à frente, puxo por tudo. E engraçado é que em parte, ao dia de hoje sei que estou a cumprir o que vim cá fazer mas que ainda não consigo cumprir a totalidade do "acordo". 

Não estamos

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Não estamos preparados para quase nada na nossa vida. 

Não estamos preparados para as desilusões, para os fracassos, para a morte, para infâncias dolorosas que se irão refletir em traumas e demónios na nossa vida adulta, não estamos preparados para assistirmos à "degradação" dos nossos pais como doenças físicas e mentais.

Não estamos preparados para a diferença, para as coisas não serem como idealizámos ou desejámos. 

Não estamos preparados mas vivemos, ou sobrevivemos com a nossa despreparação, lidamos mais facilmente com umas coisas do que com outras e continuamos com esperança, muitas vezes com pouca esperança, mas continuamos.

É isto o ser humano, é continuar no seu caminho mesmo que esteja sempre a tropeçar!  

Oops, I'll Go Again - Croqueteria

Fomos a Alvalade e passamos na Croqueteria e pensámos, "Vamos experimentar?"

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Estacionar em Alvalade não é fácil, mesmo a pagar mas é um bairro a que vamos muitas vezes porque tem estabelecimentos comerciais diversificados e com opções que adoramos, gelados, restaurante de sushi e pastelarias de fabrico próprio que nós somos fãs.

Já tinha visto no programa NIT que a Croqueteria tinha aberto em Alvalade mas por acaso não sabia em que rua.

Bem entramos, e eu derreto-me com pessoas simpáticas a atenderem e também queria experimentar esta novidade. 

Gostamos dos croquetes que pedimos, os básicos, e ainda por cima tinham saído do forno (devíamos ter esperado um bocadinho), feitos lambões cheios de fome, ah ah ah, mas, há sempre um mas, ou nem sempre, mas não os achamos assim tão especiais a ponto de custaram 1,80€ nem mesmo o tamanho.

Experimentamos e não nos arrependemos claro mas penso que não iremos voltar mas não se deixem influenciar pela nossa visita porque podem ter uma opinião totalmente diferente.

Digam-me vocês, já experimentaram? Qual é a vossa opinião?

 

Até à próxima Oops, I'll Go Again!

 

 

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