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C´est La Vie Amelie

C´est La Vie Amelie

Com um vestido preto nunca me comprometo

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Quem nunca ouviu esta frase "com um vestido preto nunca me comprometo".

Cá em casa sempre que visto um vestido preto, dizem-me sempre isso.

Não sei se o que vou escrever a seguir vocês sentem isso ou já sentiram alguma vez mas, vestirmo-nos todas de preto pode criar alguma controvérsia, controvérsia até pode ser exagerado mas, vestir toda de preto pode levar a algum comentário.

Vou contar-vos situações porque já passei:

Fui ao talho onde costumo ir e o senhor talhante sai-se com esta "é pena agora vestirem-se todas de preto", quando contei isto cá em casa a minha e o meu marido ficaram indignados como assim o que é que o senhor tem com isso?!!?! A minha filha disse logo que eu devia ter perguntado se o meu luto o estava a incomodar? Atenção que eu não estava de luto, APETECEU-ME VESTIR UM VESTIDO PRETO, OK!  

Outra vez cheguei a um determinado sítio e estava um grupo de pessoas e eu chego para cumprimentar uma amiga minha e ela diz "ai estás toda de preto!!", e eu pensei mas não disse, estou toda de preto PORQUE HOJE APETECEU-ME VESTIR TODA DE PRETO! Resultado cada vez que ia e me apetecia vestir de preto nunca me sentia bem para o fazer. Hoje em dia seria totalmente diferente, todas as vezes que iria eu iria fazer questão de me vestir de preto mesmo que não me apetecesse, ah ah ah.

Na minha adolescência a minha bisavó viveu connosco e ela desde que o meu bisavó morreu nunca tirou o luto e ele morreu muito antes de eu nascer, nunca me fez confusão, quando o meu avô faleceu a minha avó usou luto até que o meu tio ao fim de um tempo incentivou-a a vestir outras cores sem ser o preto, e a minha avó assim o fez.

Eu não olho para o preto integral como uma coisa má, eu olho para o apetecer. Ou seja se eu me apetecer vestir preto para estar mais elegante eu visto, se eu hoje não sei o que vestir, visto-me de preto, e um vestido preto numa gala é sempre elegante (claro que também existem outros factores associados).

Muitas vezes vestir uma roupa toda de preto é porque a pessoa está triste, ou está carregada de energia negativa (esta então é a máxima parvoíce), eu se me sinto e me vejo linda ao espelho se me sinto confiante, uma diva como a minha filha diria, minha gente eu estou com tudo menos com energia negativa.

Vamos lá pensar que temos sempre de dizer/comentar alguma coisa sobre o outro. Sabem qual é a minha regra de ouro?

Se eu tiver alguma coisa desagradável para dizer, não digo nada.

E sempre com esta máxima

 Com um vestido preto nunca me comprometo.

 

A Misteriosa Padaria na Rue de Paris, Evie Woods

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Cada vez que inicio um livro tento diversificar nos temas mas para mim é muito difícil acreditem. Quando tento ando dias e dias a tentar escolher um livro para ler e não consigo decidir e depois volto ao mesmo. Que raiva penso eu tantas vezes.

A Misteriosa Padaria na Rue de Paris é uma pequena delícia. A dedicatória deste livro é "A todos os que têm gosto pela magia", não é um bom presságio?

Edie que perde a sua mãe recentemente e na sua fase de luto e de não saber o que fazer com a sua vida, decide procurar um emprego em Paris, cidade essa que era um dos sonhos da sua mãe. Bem, uma americana que não sabe praticamente falar francês mas que responde a um anúncio na internet:

"Precisa-se de gerente-adjunto(a) para uma pequena padaria pitoresca em Paris.  
Asseguramos alojamento. Conhecimentos de inglês obrigatórios."

E tudo o que vem daí é história e magia. Com Edie a criar a sua própria vida numa pequena comunidade.

Tenho a certeza que é um livro leve e perfeito para este Outono, acompanhado com chá, bolachinhas e manta como companhia.

 

Para saberem que não vos minto, e que cada vez que acabo um livro TENTO MUITO não repetir o mesmo género de livro comecei a ler O Sanatório de Sarah Pearse, é um thriller que já me disseram que é bom mas é forte, meu Deus! 

Será que vou conseguir chegar ao fim, depois conto.

 

Imagem retirada da internet.

De férias com os livros de Jenny Han

Este Verão li menos do que queria e do que estava à espera.

Andei a saltitar de livro em livro e nada me agradava.

O mote para estas férias seriam histórias passadas no Verão, comecei "Aquele Verão na Toscana, de Domenica de Rosa", depois "Um Caso de Verão, de Elle Kennedy e antes destes dois tinha começado "Morte e Croissants, de Ian Moore.

Por fim decidi-me por a trilogia de Jenny Han, que nem sabia que era uma trilogia, só me apercebi no final do primeiro livro e só no fim dos três livros é que soube que havia uma série na Prime Vídeo baseada nestes livros.

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O que dizer sobre estas leituras? 

No início do primeiro livro percebo logo que o livro seria mais direcionado para o público juvenil e pensei em não terminar mas a minha curiosidade para saber o que iria acontecer às personagens, porque vão surgindo várias situações que tudo muda e nós leitores começamos a torcer que a Belly escolha um irmão e não o outro.

Foi mesmo uma leitura boa de Verão, talvez inesperada e se talvez soubesse que seria mais juvenil não teria lido mas ainda bem que não soube.

Agora iniciei a série, mas também é uma coisa que não gosto muito de fazer, ler o livro e ver o filme ou vice-versa porque assim já se sabe o final.

Talvez para o próximo Verão seja uma opção para levarem nas vossas férias, ou se o Inverno vos trouxer a nostalgia do Verão porque não matarem as saudades com esta trilogia? 

 

imagens retirada da internet.

 

        

 

 

Pequenas coisas, momentos de felicidade

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Há conforto nas coisas simples.

Se podemos viver de pequenos luxos hoje em dia, também é engraçado aperceber-me que um simples petisco que outrora alimentou muitas famílias por pouco mais havia para colocar na mesa, faz a minha felicidade no compasso de espera da fome até ao prato principal.

Desde miúda que "convivo" com este pequeno gourmet e que já me salvou de regressar a casa com forme por não apreciar o prato.

Quando miúda chegava a embrulhar a azeitona no pão para conseguir comer os dois exactamente ao mesmo tempo.

Somos mais ricos nestas pequenas memórias que nos fazem soltar um sorriso nas coisas mais simples, como pão e azeitonas!    

 

                                                             C'est La Vie Amelie

Rever séries, sim ou não?

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Estou a rever a série Emily in Paris.

Se a adorei a primeira vez que a vi, mais ainda estou a adorar agora. Porque reparo agora em pormenores que não tinha reparado anteriormente e ver as temporadas seguidas também faz com que não se percam detalhes e sequências da própria história.

Eu adorando a série não percebi muito bem porque havia gente que não tinha gostado mas também reconheço que nem tudo é consensual. E como em tudo nem todos gostam do mesmo e ainda bem que é assim.

O que pergunto é, se gostam de uma série voltam a revê-la? E revê-la mais do que uma vez?

Pergunto isto porque já revi a série toda do "Sexo e a Cidade" e estou a pensar revê-la TODA outra vez. Mas ainda vou escrever por aqui sobre esta última temporada (que não foi muito bem o que estava à espera) ups, já me adiantei!

 

                                                                    C'Est la vie Amelie  

Bendita adolescência

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Ter uma filha adolescente com amigas e amigos adolescentes faz-me pensar muito na minha própria adolescência.

Nós a geração dos 70 quase 80 fomos uns adolescentes sortudos, e acredito mesmo que mais livres do que os adolescentes são agora.

Igualmente com as mesmas preocupações, sermos "fixes" e aceites, estar na moda, roupas de marcas mas nada muito exigente, não pertencer ao grupo dos cromos (agora NPC).

Não culpando muito aquele objecto imprescindível na nossa vida actual, mas culpando, é sem dúvida um objecto que traz a estes jovens e futuros adultos uma grande pressão e ansiedade.

Mas o que se passa também com os jovens pais? 

Em duas zonas diferentes do nosso país assisti num restaurante a um casal com uma criança talvez de 6/7 anos em que os 3 passaram o tempo TODO da refeição cada um a olhar para o seu próprio telemóvel durante a refeição toda!

Noutra zona, outro casal mais novo com duas crianças mais pequenas, uma delas ainda usava fralda, a almoçarem a olharem para o telemóvel de um dos pais enquanto comiam, e os pais esperavam para decidirem o que almoçar.

Percebi que estes dois casais pertenciam a classes sociais diferentes, por isso nada tem a ver com classe, com posses mas sim com a educação que estamos a dar neste caso também aos mais pequenos.

Cresci a ouvir e a vivenciar a importância da refeição, "a refeição é sagrada", como era importante comermos juntos e esperarmos uns pelos outros. E a educação também se vê à mesa.

A Dona da Verdade não sou eu, nem "Velha do Restelo" mas acho que temos mesmo que refletir e sobretudo mudar as nossas acções se queremos um futuro diferente.

Agradeço a minha adolescência mesmo que não tenha sido perfeita nem como imaginei mas que me deixou o essencial.           

Setembro o mês 9 do ano

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Quando chega o Setembro é como se chegasse um aviso pelo correio.

Regressam as rotinas, as escolas, as actividades extra-curriculares, os trabalhos, a correria. O trânsito volta a ficar caótico e nem as pessoas acabadinhas de virem das férias diminuem a falta de paciência e a agressividade com que se conduz em Lisboa. 

Outro aviso que sinto que Setembro traz é o pré-aviso que o Natal e o fim-do-ano não estão longe.

Há quem veja Setembro como o novo ano, o recomeço, o início de novos projectos ou início de algo. Sinceramente para mim este ano não sinto nada, vejo-o como uma continuidade do que estou a fazer há algum tempo mas de uma forma ainda mais consciente.

Cuidar de quem cuidou de mim e de quem não teve a possibilidade de o fazer. Temporariamente mas já há algum tempo será esta a minha missão.

A missão de vida dirão alguns, aquela a que não podemos fugir e para esses alguns a missão que escolhemos antes de aqui chegar.

Acredito nisso. 

Conforta-me, traz-me Paz, é a Fé de acreditar em algo que nos transcende e que nos alimenta quando tudo parece não estar certo. 

                                                                                                                     C'est La Vie Amelie

Bem-vinda, C'est La Vie Amelie

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Mais de um mês sem passar por aqui, como assim!

Reconheço que adoro escrever mas não escrevo tanto quanto queria. Tenho a sensação de que não consigo exprimir-me na escrita como queria, às vezes tenho dificuldade em saber o que escrever e por pensar que não consigo transmitir o que gostaria, isso aumenta a minha dificuldade, muitas vezes a estrutura está toda na cabeça e quando tento passar para o papel nada faz sentido.

O tempo de verão passou muito rápido, os meses passaram a voar mas fui tentando e ainda estou a tentar manter uma rotina de novos hábitos, e nova postura perante a vida.

Celebro este mês um ano de terapia contínua e os frutos que advêm daí e que acredito que mais virão. Não existem fórmulas certas, prefiro chamar-lhes tempo, evolução e pessoas certas, e EU nunca me esquecer de mim.

Escolho as minhas batalhas, nem sempre consigo manter o foco onde gostaria. 

A última semana trouxe-me uma nova ansiedade, voltar ao sítio onde já estive (um buraco fundo e escuro) e que tenho receio de voltar a cair, mas como sempre tenho sempre na minha vida tenho as pessoas certas que me relembram que se isso acontecer com o que já alcancei não ficarei lá muito tempo. Este pessoal confia ah ah ah!

Mas esta semana talvez me tenha mostrado que uma situação que terei que enfrentar e que há meses me aterroriza talvez tenha sido aliviada.

Bem-vinda de volta...  

                                                                                                                                             

                                                                                                                                                          C'est La Vie Amelie

 

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